Projecto Blimunda é uma história de sucesso no domínio do Open Access

Projecto Blimunda, desenvolvido pela Biblioteca da Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT) da Universidade Nova de Lisboa (UNL), com o apoio da Fundação para a Computação Científica Nacional (FCCN), no contexto do projecto RCAAP, e que está a fazer o levantamento das políticas das Editoras e Revistas científicas portuguesas relativamente ao depósito de publicações em acesso aberto em Repositórios Institucionais, foi recentemente considerado um caso de sucesso na Europa no âmbito do Open Access, conforme as palavras da jornalista britânica, Michelle Pauli,  que escreveu recentemente um artigo sobre o Projecto .

O Projecto Blimunda permitiu colocar Portugal como o terceiro país no mundo com maior número de editoras com políticas de auto-arquivo em Repositórios Institucionais definidas e registadas no SHERPA/RoMEO.

A classificação das Revistas é feita de acordo com a taxonomia do SHERPA/ROMEO, que é uma base de dados internacional de Editoras e Revistas científicas e da respectiva política de auto-arquivo em Repositórios Institucionais.
O Projecto Blimunda pretende incluir as políticas de auto-arquivo portuguesas no SHERPA/ROMEO permitindo aos autores a fácil verificação da política de auto-arquivo de determinada Revista ou Editora para um correcto procedimento de auto-arquivo no Repositório Institucional da sua instituição.

O acesso aberto, para além de aumentar o impacte da investigação científica e das instituições onde se realiza, contribui para aumentar a visibilidade das Revistas e das Editoras onde essa investigação é publicada. Com o aumento do número de visualizações das publicações em acesso aberto aumenta, também, o número de citações e a disseminação das publicações portuguesas em comunidades científicas nacionais e internacionais.

Fonte: Blimunda

Sobre o Autor

Sandrine Vercaempt

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