Participar no Congresso BAD – depoimento de Jorge Janeiro

Jorge JaneiroCom que frequência tem participado nos Congressos BAD?
É a segunda vez que participo num Congresso BAD. A primeira vez foi há 3 anos na Gulbenkian e agora vai ser em Évora.

Como descreveria as suas experiências de participação nesses Congressos?
São experiências muito positivas pois permite-nos absorver muita informação sobre os temas em debate nas bibliotecas e nos arquivos. Ajuda a manter-nos atualizados e abre os nossos horizontes ao introduzir novas perspetivas das questões que atravessam a nossa profissão. Para além disso, ainda oferece um conjunto de atividades para além do congresso que promovem as relações com outros colegas.

Costuma apresentar comunicações? Porquê?
No outro congresso não apresentei nada. Vou neste congresso levar uma apresentação 24×7 sobre a Rota dos Arquivos do Alentejo porque é a melhor forma de a divulgar.

Em seu entender, que benefícios pode ter um profissional por participar no Congresso
Essencialmente são a obtenção de conhecimentos e a conexão com outros profissionais da área. Esses são dois elementos que marcam o período posterior à participação.

Lembra-se de alguma história ou episódio relevante da sua participação nesses congressos?
Não tenho nenhum episódio em concreto mas retive vários debates acesos do último congresso. Ainda hoje me recordo de algumas coisas que ouvi e que me ajudaram a olhar para uma série de questões de forma diferente.

Jorge Janeiro
É mestre em Arquivística pala FCSH e em Administração Pública pelo ISCTE, Diretor do Arquivo Distrital de Évora.

Sobre o Autor

José António Calixto