Troca Internacional de Publicações

Isabel Paula Vasconcelos Nunes, Maria José Garcão Dourado

Resumo


Com origem nos primórdios da Idade Média, a troca de obras escritas sofreu, ao longo dos tempos, uma evolução lenta, mas constante, intensificando-se com o aparecimento da imprensa. Como é natural.
Reconhecida posteriormente pelas Universidades como de grande utilidade para a difusão dos conhecimentos e experiências, foi objecto de grande interesse o intercâmbio de teses apresentadas por essas instituições.
Após experiências isoladas de estabelecimento de convénios internacionais, os Estados tomaram consciência da importância que esta prática podia trazer em prol da cultura, sentiram a necessidade de estabelecer regras e procedimentos.
Assim surge a Convenção de Bruxelas de 1886, actualmente substituída em alguns países pela Convenção da UNESCO mas ainda em vigor entre nós através do Serviço Português de Trocas Internacionais da responsabilidade da Biblioteca Nacional.


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