O Catálogo 2.0 e os catálogos das bibliotecas públicas em Portugal
Resumo
Constata-se igualmente que as bibliotecas parecem não distinguir com clareza as diversas funções que o catálogo deve desempenhar e misturam, por isso, nas interfaces destinadas ao público soluções que não se destinam a este e que, estão, portanto longe de responder aos seus interesses, necessidades e competências. A diversidade e complexidade de opções, sobretudo em aspetos cruciais, como o dos tipos de pesquisa e índices tornam a tarefa do utilizador assaz complicada. A linguagem utilizada para designar as várias opções não contribui também, em muitos casos, para esclarecer o utilizador. Por último, parece evidente que as bibliotecas ignoram a diversidade de públicos a que se devem dirigir, nomeadamente o público infanto-juvenil, dado que é quase inexistente qualquer solução de catálogo para este tipo de público.
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