Bibliotecas universitárias: semear hoje para colher amanhã

Maria João Amante

Resumo


A aprendizagem ao longo da vida constitui um imperativo para todas as profissões. Por esta razão, é indispensável que os alunos dos ensinos básico e secundário e os estudantes do ensino superior sejam capazes de localizar a informação de que necessitam, sejam capazes de lidar com várias fontes de informação e, mais importante ainda, sejam capazes de avaliar essas fontes de informação.

Para que tal seja possível, e partindo do pressuposto que existe um forte desconhecimento sobre as capacidades e as competências profissionais dos bibliotecários por parte dos membros das organizações em que se movem, devem os bibliotecários expandir a sua esfera de intervenção abraçando novas funções/responsabilidades.

Com este objectivo, e situando a nossa reflexão no contexto do Ensino Superior e das bibliotecas universitárias, são referidas algumas dessas novas funções a que temos de ser capazes de dar corpo. Estas situam-se quer em domínios tradicionalmente entendidos como campo de actuação dos bibliotecários (gestão das colecções e prestação de serviços de informação) quer em domínios nos quais as suas capacidades e competências são dificilmente reconhecidas (tecnologias de informação, investigação, ensino/formação, edição).

Igualmente é referida a necessidade de bibliotecários e docentes desenvolverem uma relação de parceria, devendo os primeiros concretizar um conjunto de iniciativas enquadradas no domínio do marketing dos relacionamentos.


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