Bibliotecas escolares: cartografia de um planeta emergente

Maria José Vitorino

Resumo


As bibliotecas escolares afirmam-se hoje como um planeta ainda mal conhecido, porém presente no universo das bibliotecas
portuguesas, com peso, massa e volume assinaláveis em todas as descrições que delas fazemos.
Planeta visível, e habitado necessariamente por quem lhes dá vida - ou, por míngua, as faz morrer.
Impõe-se pois uma reflexão sobre as funções dos profissionais que nelas e com elas trabalham, nas escolas, nas bibliotecas municipais parceiras da Rede de Bibliotecas Escolares, nos serviços de apoio do Ministério da Educação e da Cultura (existentes, a criar ou a desenvolver), nas Universidades que formam inicialmente professores e profissionais da documentação.
Estes habitantes movem-se em terrenos em transformação rápida, lugares de forte visibilidade social e política, com crescentes exigências de qualidade, rigor e versatilidade nos produtos e serviços das Bibliotecas, inevitavelmente articuladas entre si.
A formação, inicial e contínua, de quem compõe cada equipa e gere cada projecto são a chave do sucesso não só das bibliotecas - e dos alunos que com elas acrescentam valor ao seu sucesso educativo - como de cada profissional, decidindo o acesso a verdadeiros materiais de construção de percursos de auto-valorização e diversificação de competências essenciais num mercado de trabalho em permanente mudança.

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